O mundo e as pessoas que nele vivem agora contam com a revolução da globalização como dose diária de conhecimento sobre assuntos considerados relevantes, engraçados ou simplesmente dignos de serem divulgados por quem quiser e lidos por quem se interessar: as redes sociais.
A cada dia, criam-se mais e mais redes e ficar “por dentro” torna-se cada vez mais trabalhoso. Para começar, não basta fazer parte das redes, é necessário preocupar-se com a sua reputação virtual. Requesito cujo add tornou-se fundamental - add (leia-se "adêdê").
Todo mundo quer ser conhecido, seguir os mais bem cotados, fazer amigos e acredita que quanto mais, melhor. O ato de add já é algo tão comum, que poderia virar verbo se já não é):
Eu addo (adédo)
Tu addas (adédas)
Ele adda (adéda)
Nós addamos (adedamos)
Vós addais (adedais)
Eles addam (adédam)
Ou quem sabe, até constar no dicionário: Add – ato rotineiro de adicionar contatos (geralmente não conhecidos) nas redes sociais às quais determinadas pessoas pertencem.
Bom, não há como evitar, addar passou a fazer parte de nossas vidas, afinal: “life is for sharing” é um dos maiores cases dos últimos tempos e sabemos o quão lucrativo foi para a t-mobile investir nesse fenômeno da comunicação. Sabemos que a era das redes sociais como criadoras de amizades e divulgação de popularidade teve sua máxima com o Orkut, mas agora, o internacional Facebook esta virando febre e apesar disso não somos capazes de cometer um orkuticídio. Foram anos a fio addando “amigos” (no Orkut todos são amigos), é como se a vida fosse feita de amizades.
Não quero aqui desmerecer a importância das redes sociais, pois como tudo, elas também proporcionam inúmeros benefícios. Isso, é claro, sem contar a fantástica capacidade de segmentar tudo e todos de tal maneira que a publicidade, mais uma vez, conseguiu sair na frente e continuar com a manipulação mascarada dos pobres consumidores que se sentem importantes quando mostramos que conhecemos suas preferências, sabemos seus nomes e até levamos em consideração suas opiniões na construção de marcas e produtos. Minha verdadeira intenção é compartilhar (sarcasmos a parte) uma reflexão capaz de gerar reflexão.
Enfim, se a moda agora é ficar atento às notícias real time possibilitadas pela web 2.0 e gerar conteúdo de relevância para o maior número de pessoas possíveis, existe algum motivo para isto? Não seria melhor refletirmos sobre as coisas do que ficar dividindo conteúdos interessantes? Até que ponto as redes sociais nos alienam mais e mais a cada dia? Fica o questionamento para quem quiser refletir.
Sobre as redes sociais, nada contra, só sou a favor do uso inteligente das mesmas. E se gostou... ME ADD Aê!!!
Ps:Reflexões sobre os blogs miojo (instantâneos) também devem ser consideradas.
Obs: Compartilhamento de idéias com Daniel Gutierrez para o desenvolvimento do texto.
Todo mundo quer ser conhecido, seguir os mais bem cotados, fazer amigos e acredita que quanto mais, melhor. O ato de add já é algo tão comum, que poderia virar verbo se já não é):
Eu addo (adédo)
Tu addas (adédas)
Ele adda (adéda)
Nós addamos (adedamos)
Vós addais (adedais)
Eles addam (adédam)
Ou quem sabe, até constar no dicionário: Add – ato rotineiro de adicionar contatos (geralmente não conhecidos) nas redes sociais às quais determinadas pessoas pertencem.
Bom, não há como evitar, addar passou a fazer parte de nossas vidas, afinal: “life is for sharing” é um dos maiores cases dos últimos tempos e sabemos o quão lucrativo foi para a t-mobile investir nesse fenômeno da comunicação. Sabemos que a era das redes sociais como criadoras de amizades e divulgação de popularidade teve sua máxima com o Orkut, mas agora, o internacional Facebook esta virando febre e apesar disso não somos capazes de cometer um orkuticídio. Foram anos a fio addando “amigos” (no Orkut todos são amigos), é como se a vida fosse feita de amizades.
Não quero aqui desmerecer a importância das redes sociais, pois como tudo, elas também proporcionam inúmeros benefícios. Isso, é claro, sem contar a fantástica capacidade de segmentar tudo e todos de tal maneira que a publicidade, mais uma vez, conseguiu sair na frente e continuar com a manipulação mascarada dos pobres consumidores que se sentem importantes quando mostramos que conhecemos suas preferências, sabemos seus nomes e até levamos em consideração suas opiniões na construção de marcas e produtos. Minha verdadeira intenção é compartilhar (sarcasmos a parte) uma reflexão capaz de gerar reflexão.
Enfim, se a moda agora é ficar atento às notícias real time possibilitadas pela web 2.0 e gerar conteúdo de relevância para o maior número de pessoas possíveis, existe algum motivo para isto? Não seria melhor refletirmos sobre as coisas do que ficar dividindo conteúdos interessantes? Até que ponto as redes sociais nos alienam mais e mais a cada dia? Fica o questionamento para quem quiser refletir.
Sobre as redes sociais, nada contra, só sou a favor do uso inteligente das mesmas. E se gostou... ME ADD Aê!!!
Ps:Reflexões sobre os blogs miojo (instantâneos) também devem ser consideradas.
Obs: Compartilhamento de idéias com Daniel Gutierrez para o desenvolvimento do texto.
